segunda-feira, 6 de abril de 2009
O Projeto LAGOA VIVA prevê estudos, palestras, fóruns e debates regionais integrando não apenas pesquisadores, biólogos e ambientalistas, como também as comunidades ribeirinhas, colônia de pescadores, Universidades, Escolas e Instituições interessadas no controle do Bagre Africano e na conservação dos peixes nativos da Lagoa de Cima. O impacto sofrido por este ecossistema aquático em função da introdução de espécies exóticas e predadoras como o Bagre Africano, por exemplo, exige ações integradas para o seu controle e desenvolvimento de uma consciência ecológica para evitar novas introduções.
Na primeira etapa de execução deste projeto, O Yacht Club Lagoa de Cima propõe um trabalho integrado com órgãos e instituições envolvidas que, possibilitará a formação de recursos humanos para executar as demais ações propostas. Uma série de atividades acontecerá neste primeiro momento, como: confecção e distribuição de folhetos para divulgação do projeto; capacitação das equipes de pesca para que os objetivos sejam atingidos; lançamento de uma balsa, na Lagoa de Cima, com alegorias de peixes nativos na abertura da gincana de pesca do Bagre Africano.
Com apoio do IBAMA será realizada a capacitação de uma equipe com 20 jovens para fiscalização, verificação do cumprimento do código da pesca e garantia da devolução, à Lagoa, dos peixes nativos que acidentalmente forem pescados durante a gincana. A pesca do Bagre Africano tem finalidade social, cultural e culinária – social: é uma proteína de alto valor nutritivo e baixo custo, que pode ser inserida na merenda escolar das escolas públicas. – cultural: pretende-se criar o hábito do consumo desta proteína em nossa região. – culinário: serão realizados concursos de Chefes de Cozinha, com premiação dos melhores pratos feitos com Bagre Africano e publicação num livreto de receitas.
Criar um mini museu das maiores cabeças dos bagres africanos pescados (cabeças acima de 30cm), com o nome do pescador que fez a captura.
Num segundo momento o projeto prevê ações ecológicas de conservação das espécies nativas, reflorestamento das encostas e recuperação da mata ciliar. A construção de tanques com apoio e autorização da FEEMA, para criação de alevinos das espécies nativas para fins de repovoamento da lagoa, usando os princípios da biomanipulação, ecotecnologia e aqüicultura. Serão também criados, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente da prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes/RJ, viveiros para produção de 100.000 mudas de cerca de 100 espécies arbóreas da região, que serão utilizadas para recuperação da mata ciliar e reflorestamento das encostas. Os tanques e viveiros serão construídos na propriedade do YCLC. Para executar o trabalho desta etapa há que se desenvolver um plano educativo para capacitação de 80 jovens estudantes das comunidades do décimo distrito, beneficiadas com o projeto.
O Projeto LAGOA VIVA tem potencial transformador visto que, introduz novos hábitos alimentares com objetivo de criar uma cultura de consumo consciente do Bagre Africano e assim conter seu crescimento populacional. Outra característica deste projeto é a redução dos riscos de extinção das espécies nativas ameaçadas, tanto pelo controle do Bagre Africano quanto pelo trabalho de educação ambiental aliado à atividade pesqueira que integra as comunidades do décimo distrito. É um projeto de impacto socioambiental positivo segundo instituições parceiras e equipe técnica executora.
Espera-se que ao final de 12 meses a equipe técnica conclua os estudos preliminares do ciclo de vida, hábitos alimentares, desenvolvimento, área da lagoa mais povoada e ainda sobre o poder nutricional do Clarias gariepinus para consumo humano etc. (projeto científico anexo). Ao final de 24 meses já será possível a publicação de um relatório com os resultados da pesquisa e do monitoramento desta e das demais espécies da lagoa que será feito do 13 ao 24 mês de execução do projeto LAGOA VIVA. Espera-se também que o estudo feito indique algumas pistas para um controle mais efetivo do Bagre Africano.
Outro resultado esperado é que a vegetação ao entorno, esteja mudando a paisagem e sendo cuidada pelos próprios moradores que, mais conscientes do seu papel na preservação dos recursos naturais em questão, possam fiscalizar e denunciar ações predatórias e invasivas, bem como propagar e ensinar aos seus filhos o manejo sustentável de todos os recursos naturais desta rica Lagoa.
Na primeira etapa de execução deste projeto, O Yacht Club Lagoa de Cima propõe um trabalho integrado com órgãos e instituições envolvidas que, possibilitará a formação de recursos humanos para executar as demais ações propostas. Uma série de atividades acontecerá neste primeiro momento, como: confecção e distribuição de folhetos para divulgação do projeto; capacitação das equipes de pesca para que os objetivos sejam atingidos; lançamento de uma balsa, na Lagoa de Cima, com alegorias de peixes nativos na abertura da gincana de pesca do Bagre Africano.
Com apoio do IBAMA será realizada a capacitação de uma equipe com 20 jovens para fiscalização, verificação do cumprimento do código da pesca e garantia da devolução, à Lagoa, dos peixes nativos que acidentalmente forem pescados durante a gincana. A pesca do Bagre Africano tem finalidade social, cultural e culinária – social: é uma proteína de alto valor nutritivo e baixo custo, que pode ser inserida na merenda escolar das escolas públicas. – cultural: pretende-se criar o hábito do consumo desta proteína em nossa região. – culinário: serão realizados concursos de Chefes de Cozinha, com premiação dos melhores pratos feitos com Bagre Africano e publicação num livreto de receitas.
Criar um mini museu das maiores cabeças dos bagres africanos pescados (cabeças acima de 30cm), com o nome do pescador que fez a captura.
Num segundo momento o projeto prevê ações ecológicas de conservação das espécies nativas, reflorestamento das encostas e recuperação da mata ciliar. A construção de tanques com apoio e autorização da FEEMA, para criação de alevinos das espécies nativas para fins de repovoamento da lagoa, usando os princípios da biomanipulação, ecotecnologia e aqüicultura. Serão também criados, em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente da prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes/RJ, viveiros para produção de 100.000 mudas de cerca de 100 espécies arbóreas da região, que serão utilizadas para recuperação da mata ciliar e reflorestamento das encostas. Os tanques e viveiros serão construídos na propriedade do YCLC. Para executar o trabalho desta etapa há que se desenvolver um plano educativo para capacitação de 80 jovens estudantes das comunidades do décimo distrito, beneficiadas com o projeto.
O Projeto LAGOA VIVA tem potencial transformador visto que, introduz novos hábitos alimentares com objetivo de criar uma cultura de consumo consciente do Bagre Africano e assim conter seu crescimento populacional. Outra característica deste projeto é a redução dos riscos de extinção das espécies nativas ameaçadas, tanto pelo controle do Bagre Africano quanto pelo trabalho de educação ambiental aliado à atividade pesqueira que integra as comunidades do décimo distrito. É um projeto de impacto socioambiental positivo segundo instituições parceiras e equipe técnica executora.
Espera-se que ao final de 12 meses a equipe técnica conclua os estudos preliminares do ciclo de vida, hábitos alimentares, desenvolvimento, área da lagoa mais povoada e ainda sobre o poder nutricional do Clarias gariepinus para consumo humano etc. (projeto científico anexo). Ao final de 24 meses já será possível a publicação de um relatório com os resultados da pesquisa e do monitoramento desta e das demais espécies da lagoa que será feito do 13 ao 24 mês de execução do projeto LAGOA VIVA. Espera-se também que o estudo feito indique algumas pistas para um controle mais efetivo do Bagre Africano.
Outro resultado esperado é que a vegetação ao entorno, esteja mudando a paisagem e sendo cuidada pelos próprios moradores que, mais conscientes do seu papel na preservação dos recursos naturais em questão, possam fiscalizar e denunciar ações predatórias e invasivas, bem como propagar e ensinar aos seus filhos o manejo sustentável de todos os recursos naturais desta rica Lagoa.
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